Einard atende ao pedido da companheira, Gerda, artista plástica como ele, para posar como mulher numa sessão de pintura. O que seria apenas uma experiência provocada pela ausência de uma modelo revela a descoberta da transexualidade por Einard, agora transformado em Lili. O olhar junguiano sobre os conflitos e aprendizados dessa história está presente no texto da psicóloga clínica Denise Diniz Maia sobre o filme “A garota dinamarquesa”.