La función religiosa del inconsciente en el desarrollo humano
DOI:
https://doi.org/10.21901/2448-3060/self-2026.vol-11.249Palabras clave:
psicología junguiana, símbolo, religión, individuación (psicología), inconsciente colectivoResumen
Este artículo se propone, desde la perspectiva de la psicología analítica, analizar el papel de la función religiosa en el desarrollo psicológico y en establecer un sentido para la vida. Teniendo en cuenta la diferenciación de Jung entre confesión (sistema de creencias) y religión (experiencia religiosa), se debatió la importancia de los símbolos producidos por medio de la actividad de la función religiosa del inconsciente para el desarrollo psicológico. De acuerdo con Edward Edinger, los símbolos religiosos, colectivos o producidos por el inconsciente, posibilitan la conexión del yo con la base arquetípica de la psique, proceso esencial para la salud psicológica. Para Erich Neumann, los símbolos religiosos también permiten al individuo retirar proyecciones arquetípicas de los padres, viabilizando el pasaje natural para la madurez en el desarrollo humano. Por eso, según Jung, la pérdida de los símbolos religiosos hace imposible una separación psicológica más profunda entre el individuo y su familia biológica. En el nivel individual, la pérdida del contacto simbólico con la base arquetípica de la psique puede ocasionar la pérdida del sentido de la vida, la inflación del yo o la dependencia de un substituto inadecuado para esa relación perdida. Se usaron conceptos de la psicología analítica y el ejemplo clínico presentado en este trabajo para demostrar cómo los símbolos producidos por el inconsciente pueden ayudar a continuar el desarrollo psicológico y a establecer un sentido para la vida.
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