La ausencia de rituales fúnebres en la pandemia de Covid-19: una mirada de la psicología analítica
DOI:
https://doi.org/10.21901/2448-3060/self-2026.vol-11.243Palabras clave:
ritos de muerte, símbolo, psicología junguiana, muerte, lutoResumen
El objetivo principal de esta investigación fue estudiar la función psíquica de los rituales fúnebres, destacando su importancia en el proceso de luto y examinando los efectos de la ausencia de estas ceremonias durante la pandemia de Covid-19. Para eso, se analizaron dos artículos científicos y una disertación académica con relatos de familiares enlutados en dicho período, con base en la psicología analítica de Carl Gustav Jung y en sus concepciones sobre símbolo y arquetipo, además de las contribuciones de otros autores que escriben sobre la muerte y el luto. El análisis de esos relatos permitió comprender cómo la ausencia de rituales compromete la simbolización de lo que no puede ser expresado con palabras, dificultando la elaboración del luto, y puso en evidencia cómo los elementos simbólicos favorecen la comprensión de la pérdida y la transformación psíquica. En la conclusión se demostró la relevancia de los rituales fúnebres para la salud psíquica de los enlutados, especialmente en contextos críticos como el de la pandemia, y subrayó el papel de la psicología analítica para la interpretación de los impactos psíquicos de la ausencia de ritualización, constatando la importancia del símbolo en la sociedad moderna, donde desmaterializar las experiencias de muerte y luto amenaza comprometer la elaboración emocional y la construcción de sentido.
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